Compra de Produtos Importados Sem Pagar Impostos
De acordo com a matéria exibida no dia 13 06 2011 no Jornal Nacional,
Diversas empresas vem usando desta pratica de comercio que usa de um certa
“concorrência desleal” diante de empresas vem vendem o mesmo tipo de produtos pagamento
a alta carga de impostos do Brasil
De acordo com a reportagem que também entrevistou o auditor da receita federal responsável pela
fiscalização na central de distribuição dos correios de São Paulo , o volume de produtos importados
aumentou consideravelmente nos últimos anos sendo praticamente impossível de conseguir
fiscalizar todas as mercadorias provenientes do exterior.
A regras da receita federal são as seguintes:
-É permitido a importação de produtos pelos correios até 3,000 mil reais incidindo sobre a mercadoria e frete
os impostos de importação + ICMS de cada estado brasileiro
-Mercadorias de até $50 dólares são isentas de imposto desde que seja enviado de Pessoa Física para para Pessoa Física
_ Livros , Jornais e Revistas são isentos de imposto
Qualquer pratica que esteja fora deste contexto é considerado crime de descaminho com 1 a 4 anos de pena
Desta forma a reportagem informa que tais lojas que praticam esta forma de comércio incentiva os consumidores
a praticas ilegais de importação , pois na grande maioria das vezes é informado que quase nunca sua mercadoria e taxada de impostos.
Pronto cheguei onde eu queria ,
Não concordo com a reportagem do jornal nacional onde diz que as lojas incentivam o consumidor a praticas ilegais de importação, pois já li diversos esclarecimentos destes estabelecimentos onde é informado que pode haver a incidência ou não de imposto de importação , claro o preço é bem mais atrativo, mais primeiro ninguém é forçado a comprar o produto, segundo a maioria destes estabelecimentos tem parcerias comerciais com grandes distribuidores internacionais através de um sistema chamado ” Drop Shipping ” onde é reduzido drasticamente os custos de envio e estocagem dos produtos ofertados, tal pratica de comércio é bastante difundida em outros países
Fiquei bastante aborrecido com esta matéria, pelo seguinte motivo quando a lei da oportunidade a maioria da população que vê nestas lojas de importados a chance de comprar o produto desejado por um ótimo preço
( estamos usando de pratica ilegal de importação para comprar as vezes produtos de melhor qualidade por um melhor preço) não é interessante de forma alguma para o grandes empresários que claramente querem continuar controlando o mercado e tendo lucros vultosos em cima da classe assalariada e muitas vezes menos favorecida que não tem se quer conhecimento básico de estudo e menos ainda no que abrange hoje ao mundo vitual e comércio eletrônico
Menos interessante ainda é para o governo que deixa de arrecadar ainda mais impostos ( como se a carga tributária do Brasil já não fosse suficiente ) para uma vez ou outra cair na mãos alguns empresários-políticos-podres que a cada ano enriquecem cada vez mais as custas de nosso trabalho duro.
Parabéns aos mais inteligentes que “pesquisam preço” e conseguem se beneficiar pelo menos uma vez na vida em cima das grandes raposas que dominam o país.
O mundo se divide antes e depois da internet o conhecimento se tornou bem mais amplo e dinâmico após a era digital
fica cada vez difícil privar qualquer pessoa de ter acesso as boas informações.
Veja a matéria completa do Jornal Nacional Aqui
Aproveitando o momento vou citar alguns sites que utilizam desta pratica
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[...] Fonte: Ideiasdesucesso.com [...]
Concordo com tudo, achei também um absurdo a matéria dar a seguinte afirmação: “Empresas vendem barato porque burlam a tributação”. Ora, seria impossível colocar no preço da mercadoria os 60% de importação, uma vez que este valor só será cobrado quando entrar no Brasil, ou seja, óbvio que todos os sites que vendem de fora são mais baratos que os nacionais, pois ainda não sofreram a tributação de 60%, que teoricamente deverão sofrer, desde que vindas com valor declarado corretamente. Eles marginalizaram todos os sites do exterior que vendem para o Brasil.